• Amanda Alves

Uma ligação indesejada! Faz bem?


Foto de Mikhail Nilov - Pexels



A história que eu vou te contar hoje aconteceu comigo há não muito tempo atrás e eu facilmente apostaria minhas fichas que ela já deve ter acontecido com você.

Estava lá eu, Lincon, chegando em casa tarde da noite após mais um dia de trabalho na empresa.

Cansado, estressado, depois de horas fechando e até mesmo perdendo negociações (faz parte) até que… o telefone toca:

- Alô, falo com o sr. Lincon?

- Sim, sou eu.

- Aqui é o Renato da empresa X, estou ligando para te oferecer uma condição especial de internet…

- Não.

E desliguei antes mesmo de deixar o Renato completar a frase e finalizar a oferta. Foi uma atitude boa? Não, pelo contrário, foi bem rude da minha parte e o estresse ou carga emocional do dia não justificam nada disso. Inclusive se o Renato estiver lendo esse post gostaria de pedir desculpas a ele.

Pelo menos uma coisa boa esse episódio me trouxe: ele me fez refletir sobre os motivos e a utilização desse tipo de chamada.

Eu não sei se você já conhece, mas chamamos isso de cold call - cold calling - ou, em tradução, ligação fria.

É bem improvável que tenhamos grandes taxas de conversão com essa abordagem, afinal, ela entra em contato com leads aleatórios e que na maioria das vezes nem possui interesse em comprar a solução.

O segredo da cold call está na filtragem.

Através dela nós conseguimos melhorar ainda mais a lista de leads e selecionar aqueles que podem ser melhores trabalhados pelo time de vendas e aqueles que podem ser descartados. Com isso, focamos em uma abordagem mais específica e trabalhada com quem realmente compra conosco.

E no meio do caminho ainda fechamos uma venda ou outra rs! Não foi o meu caso com o Renato, mas poderia ter sido. A cold call é uma boa ferramenta para complementar as suas estratégias de vendas.


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